Tags

, , ,

Sinceramente, eu não acho que o tal “Papai Noel” seja um bom velhinho. Ainda que em sua origem pudesse haver boas intenções, o personagem que surgiu não tem nada de bom.

Primeiro, porque o que ele distribui não são presentes. Presentes mesmo são dados de graça, por boa vontade, sem que haja méritos de quem recebe. Mas a filosofia do “bom velhinho” é “presentear” os “bons meninos”. Bom mesmo é Deus, que mesmo vendo nossa maldade, nosso egoísmo, nossa indiferença e todas as nossas inúmeras maldades, nos deu (de graça) o seu próprio filho.

Segundo, porque ele usurpou uma festa que não lhe pertence. A cada ano, Jesus, que é a verdadeira razão de comemorarmos o Natal, vai perdendo espaço para a figura gorducha vestida de vermelho e todo o consumismo que o cerca. Mas Ele, que é verdadeiramente bom, não se importa com isso. Aliás, nunca indicou que deveríamos celebrar seu nascimento. Preferiu deixar como memorial a celebração de sua morte.

Além do mais, papai noel (prefiro assim, com letras minúsculas) faz diferença entre as pessoas. A história diz que ele só aparece e presenteia os que acreditam nele. Já o Criador, que é verdadeiramente bom, faz nascer o sol e descer a chuva sobre todos. Dá vida e a sustenta mesmo não sendo reconhecido.

O tal bom velhinho ensina que os presentes mais importantes são embrulhados e entregues à meia-noite da véspera de Natal. Mas as melhores coisas da vida, as boas dádivas e dons perfeitos,  vem do alto, são de graça e não cabem numa caixa colorida.

A filosofia do papai noel indica que a presença dele traz alegria… e como ele só aparece no Natal…  As misericórdias do Senhor, no entanto, se renovam todas as manhãs, indicando que sempre é tempo de amar, de se doar e perdoar, de distribuir sorrisos e real felicidade!

Por isso, em nossa casa celebramos o Pai do Céu!  “Glória a Deus nas alturas” no Natal, em todos os dias e para sempre! Só Ele é real e é realmente bom!