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amazoniaAcabei de voltar de uma viagem de trabalho voluntário na Amazônia. As pessoas vêem as fotos, ouvem as histórias e me dão parabéns. E eu fico pensando… Por quê? Eu compreendo. Não é comum alguém abrir mão do seu trabalho, seu conforto, seus recursos para servir aos outros. E é isso que me entristece. Ainda somos poucos. Por isso, somos admirados, aplaudidos, parabenizados. Mas não é isso que buscamos. O que gostaríamos mesmo é que isso fosse tão comum que ninguém notasse. Quem se admira quando uma parreira dá uvas? Quem aplaude as bananeiras quando produzem bananas?
Queremos espalhar a alegria de servir de tal maneira que não haja vagas nos vôos, nas estradas, nos rios, nas ruas, porque todos os caminhos estarão entupidos de gente que deseja servir. Queremos que haja tantos voluntários que seja necessário recusar ajuda. Queremos trabalhar até que haja recursos que ultrapassem as necessidades.
É por isso que divulgamos o que fazemos. Para inspirar você, que nos admira, que chora com as histórias que contamos, que sente, nem que seja lá no fundo, o desejo de se juntar a nós, a vir depressa e sem medo.
Você vai experimentar o amor de um modo que só conhece quem se entrega de corpo e alma. E, acredite, sua vida vai ganhar um novo sentido. Porque o sentido de viver é amar. E o jeito certo de amar é servir.