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Esses dias tava analisando minha timeline e percebi uma coisa. É mesmo uma idiotice querer separar as pessoas em categorias e escolher um lado. Explico. Tenho amigos muito queridos, pessoas a quem considero e escuto, que defendem a presidente Dilma e são contra o impeachment. Tenho outros, tão queridos e considerados quanto, que são pró-impeachment e anti-Aécio. Outros ainda, são assumidamente PSDB. Amo todos igualmente. Acho que todos tem suas razões. Assim também tenho amigos que gostam de funk, de música sertaneja e de rock pesado. Eu particularmente não curto nenhum dos três. E daí? Sabe, fiquei feliz. Descobri que gosto das pessoas não pela categoria em que elas se encaixam. Gosto das pessoas porque são pessoas e, como eu, têm suas contradições, medos, falhas e idiossincrasias. Gosto sobretudo das pessoas que são o que são. Mas também consigo gostar daquelas que querem parecer o que não são. Sei que fazem isso pra tentar agradar. O amor me tornou mais tolerante. E a tolerância me tornou mais leve e mais feliz. Não preciso escolher em que lado estar. No meu coração, estamos todos do mesmo lado. (Rojane Brasil, 02/04/2016)tolerance