Perfeição relacional x “perfeição” moral

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A perfeição RELACIONAL é superior à “perfeição” MORAL. Por quê?

𝓞𝓾𝓿𝓲𝓼𝓽𝓮𝓼 𝓺𝓾𝓮 𝓯𝓸𝓲 𝓭𝓲𝓽𝓸: 𝓐𝓶𝓪𝓻á𝓼 𝓸 𝓽𝓮𝓾 𝓹𝓻ó𝔁𝓲𝓶𝓸 𝓮 𝓸𝓭𝓲𝓪𝓻á𝓼 𝓸 𝓽𝓮𝓾 𝓲𝓷𝓲𝓶𝓲𝓰𝓸. 𝓔𝓾, 𝓹𝓸𝓻é𝓶, 𝓿𝓸𝓼 𝓭𝓲𝓰𝓸: 𝓪𝓶𝓪𝓲 𝓸𝓼 𝓿𝓸𝓼𝓼𝓸𝓼 𝓲𝓷𝓲𝓶𝓲𝓰𝓸𝓼 𝓮 𝓸𝓻𝓪𝓲 𝓹𝓮𝓵𝓸𝓼 𝓺𝓾𝓮 𝓿𝓸𝓼 𝓹𝓮𝓻𝓼𝓮𝓰𝓾𝓮𝓶; 𝓹𝓪𝓻𝓪 𝓺𝓾𝓮 𝓿𝓸𝓼 𝓽𝓸𝓻𝓷𝓮𝓲𝓼 𝓯𝓲𝓵𝓱𝓸𝓼 𝓭𝓸 𝓿𝓸𝓼𝓼𝓸 𝓟𝓪𝓲 𝓬𝓮𝓵𝓮𝓼𝓽𝓮, 𝓹𝓸𝓻𝓺𝓾𝓮 𝓮𝓵𝓮 𝓯𝓪𝔃 𝓷𝓪𝓼𝓬𝓮𝓻 𝓸 𝓼𝓮𝓾 𝓼𝓸𝓵 𝓼𝓸𝓫𝓻𝓮 𝓶𝓪𝓾𝓼 𝓮 𝓫𝓸𝓷𝓼 𝓮 𝓿𝓲𝓻 𝓬𝓱𝓾𝓿𝓪𝓼 𝓼𝓸𝓫𝓻𝓮 𝓳𝓾𝓼𝓽𝓸𝓼 𝓮 𝓲𝓷𝓳𝓾𝓼𝓽𝓸𝓼. 𝓟𝓸𝓻𝓺𝓾𝓮, 𝓼𝓮 𝓪𝓶𝓪𝓻𝓭𝓮𝓼 𝓸𝓼 𝓺𝓾𝓮 𝓿𝓸𝓼 𝓪𝓶𝓪𝓶, 𝓺𝓾𝓮 𝓻𝓮𝓬𝓸𝓶𝓹𝓮𝓷𝓼𝓪 𝓽𝓮𝓷𝓭𝓮𝓼? 𝓝ã𝓸 𝓯𝓪𝔃𝓮𝓶 𝓸𝓼 𝓹𝓾𝓫𝓵𝓲𝓬𝓪𝓷𝓸𝓼 𝓽𝓪𝓶𝓫é𝓶 𝓸 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓸? 𝓔, 𝓼𝓮 𝓼𝓪𝓾𝓭𝓪𝓻𝓭𝓮𝓼 𝓼𝓸𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓸𝓼 𝓿𝓸𝓼𝓼𝓸𝓼 𝓲𝓻𝓶ã𝓸𝓼, 𝓺𝓾𝓮 𝓯𝓪𝔃𝓮𝓲𝓼 𝓭𝓮 𝓶𝓪𝓲𝓼? 𝓝ã𝓸 𝓯𝓪𝔃𝓮𝓶 𝓸𝓼 𝓰𝓮𝓷𝓽𝓲𝓸𝓼 𝓽𝓪𝓶𝓫é𝓶 𝓸 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓸? 𝓟𝓸𝓻𝓽𝓪𝓷𝓽𝓸, 𝓼𝓮𝓭𝓮 𝓿ó𝓼 𝓹𝓮𝓻𝓯𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓹𝓮𝓻𝓯𝓮𝓲𝓽𝓸 é 𝓸 𝓿𝓸𝓼𝓼𝓸 𝓟𝓪𝓲 𝓬𝓮𝓵𝓮𝓼𝓽𝓮. (𝓜𝓪𝓽𝓮𝓾𝓼 5.43-48)

1- porque a perfeição moral não existe fora da pessoa de Cristo, o único ser humano justo. Todos os outros são pecadores 𝓓𝓮𝓼𝓿𝓲𝓪𝓻𝓪𝓶-𝓼𝓮 𝓽𝓸𝓭𝓸𝓼 𝓮 𝓳𝓾𝓷𝓽𝓪𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓼𝓮 𝓯𝓲𝔃𝓮𝓻𝓪𝓶 𝓲𝓶𝓾𝓷𝓭𝓸𝓼: 𝓷ã𝓸 𝓱á 𝓺𝓾𝓮𝓶 𝓯𝓪ç𝓪 𝓸 𝓫𝓮𝓶, 𝓷ã𝓸 𝓱á 𝓼𝓮𝓺𝓾𝓮𝓻 𝓾𝓶. 𝓢𝓪𝓵𝓶𝓸𝓼 14.3
𝓣𝓸𝓭𝓸𝓼 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓻𝓪𝓶 𝓮 𝓮𝓼𝓽ã𝓸 𝓼𝓮𝓹𝓪𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼 𝓭𝓪 𝓰𝓵ó𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓮 𝓓𝓮𝓾𝓼. 𝓡𝓸𝓶𝓪𝓷𝓸𝓼 3.23

2- porque a perfeição relacional é possível pelo perdão e reconciliação, onde pessoas imperfeitas se reencontram e reconstroem relacionamentos. 𝓢𝓾𝓹𝓸𝓻𝓽𝓪𝓷𝓭𝓸-𝓿𝓸𝓼 𝓾𝓷𝓼 𝓪𝓸𝓼 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸𝓼, 𝓮 𝓹𝓮𝓻𝓭𝓸𝓪𝓷𝓭𝓸-𝓿𝓸𝓼 𝓾𝓷𝓼 𝓪𝓸𝓼 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸𝓼, 𝓼𝓮 𝓪𝓵𝓰𝓾é𝓶 𝓽𝓲𝓿𝓮𝓻 𝓺𝓾𝓮𝓲𝔁𝓪 𝓬𝓸𝓷𝓽𝓻𝓪 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸; 𝓪𝓼𝓼𝓲𝓶 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓒𝓻𝓲𝓼𝓽𝓸 𝓿𝓸𝓼 𝓹𝓮𝓻𝓭𝓸𝓸𝓾, 𝓪𝓼𝓼𝓲𝓶 𝓯𝓪𝔃𝓮𝓲 𝓿ó𝓼 𝓽𝓪𝓶𝓫é𝓶. 𝓒𝓸𝓵𝓸𝓼𝓼𝓮𝓷𝓼𝓮𝓼 3.13
𝓢𝓸𝓫𝓻𝓮𝓽𝓾𝓭𝓸, 𝓪𝓶𝓮𝓶-𝓼𝓮 𝓼𝓲𝓷𝓬𝓮𝓻𝓪𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓾𝓷𝓼 𝓪𝓸𝓼 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸𝓼, 𝓹𝓸𝓻𝓺𝓾𝓮 𝓸 𝓪𝓶𝓸𝓻 𝓹𝓮𝓻𝓭𝓸𝓪 𝓶𝓾𝓲𝓽í𝓼𝓼𝓲𝓶𝓸𝓼 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸𝓼. 1 𝓟𝓮𝓭𝓻𝓸 4:8

3- porque a lei moral foi cumprida por Cristo em nosso lugar para que, unidos a ele pela fé, pudéssemos viver sob uma nova lei, a lei do amor, onde o julgamento é deixado de lado para dar lugar ao perdão e à misericórdia. 𝓟𝓸𝓻𝓺𝓾𝓮 𝓸 𝓯𝓲𝓶 𝓭𝓪 𝓵𝓮𝓲 é 𝓒𝓻𝓲𝓼𝓽𝓸 𝓹𝓪𝓻𝓪 𝓳𝓾𝓼𝓽𝓲ç𝓪 𝓭𝓮 𝓽𝓸𝓭𝓸 𝓪𝓺𝓾𝓮𝓵𝓮 𝓺𝓾𝓮 𝓬𝓻ê. 𝓡𝓸𝓶𝓪𝓷𝓸𝓼 10.4
𝓟𝓸𝓲𝓼 𝓽𝓸𝓭𝓪 𝓪 𝓛𝓮𝓲 𝓼𝓮 𝓻𝓮𝓼𝓾𝓶𝓮 𝓷𝓾𝓶 𝓼ó 𝓶𝓪𝓷𝓭𝓪𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸, 𝓪 𝓼𝓪𝓫𝓮𝓻: “𝓐𝓶𝓪𝓻á𝓼 𝓸 𝓽𝓮𝓾 𝓹𝓻ó𝔁𝓲𝓶𝓸 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓪 𝓽𝓲 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓸. 𝓟𝓸𝓻é𝓶, 𝓼𝓮 𝓶𝓸𝓻𝓭𝓮𝓲𝓼 𝓮 𝓭𝓮𝓿𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓾𝓷𝓼 𝓪𝓸𝓼 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸𝓼, 𝓬𝓾𝓲𝓭𝓪𝓭𝓸 𝓹𝓪𝓻𝓪 𝓷ã𝓸 𝓿𝓸𝓼 𝓭𝓮𝓼𝓽𝓻𝓾𝓲𝓻𝓭𝓮𝓼 𝓶𝓾𝓽𝓾𝓪𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮!” 𝓖á𝓵𝓪𝓽𝓪𝓼 5.14,15

4- porque o bom testemunho da igreja passa não por sua perfeição moral (ou suposta “impecabilidade”, que na verdade gera hipocrisia), mas por sua unidade.”𝓟𝓪𝓻𝓪 𝓺𝓾𝓮 𝓽𝓸𝓭𝓸𝓼 𝓼𝓮𝓳𝓪𝓶 𝓾𝓶, 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓽𝓾, ó 𝓟𝓪𝓲, 𝓸 é𝓼 𝓮𝓶 𝓶𝓲𝓶, 𝓮 𝓮𝓾 𝓮𝓶 𝓽𝓲; 𝓺𝓾𝓮 𝓽𝓪𝓶𝓫é𝓶 𝓮𝓵𝓮𝓼 𝓼𝓮𝓳𝓪𝓶 𝓾𝓶 𝓮𝓶 𝓷ó𝓼, 𝓹𝓪𝓻𝓪 𝓺𝓾𝓮 𝓸 𝓶𝓾𝓷𝓭𝓸 𝓬𝓻𝓮𝓲𝓪 𝓺𝓾𝓮 𝓽𝓾 𝓶𝓮 𝓮𝓷𝓿𝓲𝓪𝓼𝓽𝓮.” (𝓙𝓸ã𝓸 17.21)

5- porque o cumprimento de um código moral (reduzido a determinadas regras, particularmente as que eu sou capaz de cumprir) gera orgulho e sensação de mérito, o que nos afasta do sacrifício redentor e da graça de Cristo, da sua luz e da comunhão do seu corpo.𝓢𝓮 𝓭𝓲𝓼𝓼𝓮𝓻𝓶𝓸𝓼 𝓺𝓾𝓮 𝓽𝓮𝓶𝓸𝓼 𝓬𝓸𝓶𝓾𝓷𝓱ã𝓸 𝓬𝓸𝓶 𝓮𝓵𝓮, 𝓮 𝓪𝓷𝓭𝓪𝓻𝓶𝓸𝓼 𝓮𝓶 𝓽𝓻𝓮𝓿𝓪𝓼, 𝓶𝓮𝓷𝓽𝓲𝓶𝓸𝓼, 𝓮 𝓷ã𝓸 𝓹𝓻𝓪𝓽𝓲𝓬𝓪𝓶𝓸𝓼 𝓪 𝓿𝓮𝓻𝓭𝓪𝓭𝓮. 𝓜𝓪𝓼, 𝓼𝓮 𝓪𝓷𝓭𝓪𝓻𝓶𝓸𝓼 𝓷𝓪 𝓵𝓾𝔃, 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓮𝓵𝓮 𝓷𝓪 𝓵𝓾𝔃 𝓮𝓼𝓽á, 𝓽𝓮𝓶𝓸𝓼 𝓬𝓸𝓶𝓾𝓷𝓱ã𝓸 𝓾𝓷𝓼 𝓬𝓸𝓶 𝓸𝓼 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸𝓼, 𝓮 𝓸 𝓼𝓪𝓷𝓰𝓾𝓮 𝓭𝓮 𝓙𝓮𝓼𝓾𝓼 𝓒𝓻𝓲𝓼𝓽𝓸, 𝓼𝓮𝓾 𝓕𝓲𝓵𝓱𝓸, 𝓷𝓸𝓼 𝓹𝓾𝓻𝓲𝓯𝓲𝓬𝓪 𝓭𝓮 𝓽𝓸𝓭𝓸 𝓸 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸. 𝓢𝓮 𝓭𝓲𝓼𝓼𝓮𝓻𝓶𝓸𝓼 𝓺𝓾𝓮 𝓷ã𝓸 𝓽𝓮𝓶𝓸𝓼 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸, 𝓮𝓷𝓰𝓪𝓷𝓪𝓶𝓸-𝓷𝓸𝓼 𝓪 𝓷ó𝓼 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓸𝓼, 𝓮 𝓷ã𝓸 𝓱á 𝓿𝓮𝓻𝓭𝓪𝓭𝓮 𝓮𝓶 𝓷ó𝓼. 𝓢𝓮 𝓬𝓸𝓷𝓯𝓮𝓼𝓼𝓪𝓻𝓶𝓸𝓼 𝓸𝓼 𝓷𝓸𝓼𝓼𝓸𝓼 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸𝓼, 𝓮𝓵𝓮 é 𝓯𝓲𝓮𝓵 𝓮 𝓳𝓾𝓼𝓽𝓸 𝓹𝓪𝓻𝓪 𝓷𝓸𝓼 𝓹𝓮𝓻𝓭𝓸𝓪𝓻 𝓸𝓼 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸𝓼, 𝓮 𝓷𝓸𝓼 𝓹𝓾𝓻𝓲𝓯𝓲𝓬𝓪𝓻 𝓭𝓮 𝓽𝓸𝓭𝓪 𝓪 𝓲𝓷𝓳𝓾𝓼𝓽𝓲ç𝓪. 1 𝓙𝓸ã𝓸 1:6-9

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Pense bem antes de se irar. A ira não é boa conselheira. Sei que é difícil não ficar indignada com certas coisas, mas tome cuidado para que sua justa indignação não se torne um mal ainda maior e provoque outros à ira. Quebre esse ciclo. Perdoe, releve, ore. Só então se expresse.

Pense melhor ainda antes de falar, de escrever, de publicar. Reflita se suas palavras são verdadeiras, puras e sobretudo, amáveis. A linha do tempo é sua, eu sei, e é por isso mesmo que você deve cuidar bem dela. O que você posta diz, sim, muito a seu respeito. Afinal, os dedos digitam aquilo de que o coração está cheio.

E, não menos importante: ouça. Não apenas escute. Preste atenção. Leia, releia. Procure uma outra opinião. Não se precipite em compartilhar ou opinar sobre tudo e todas as coisas. O silêncio também pode ser sinal de sabedoria. Considere sempre a possibilidade de estar errada. E, se isso acontecer, não tenha medo de reconhecer e mudar. Só cresce quem não para de aprender.

(conselhos para mim mesma, e pra quem mais se interessar, nesse 54° dia de isolamento social, baseados nos conselhos de Tiago, meu escritor bíblico favorito.😉) #quarentinetime #reflexão

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O ABC da Longanimidade

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Suportar com alegria o sofrimento. Ser paciente na tribulação. Não andar ansioso por coisa alguma. Esses são caminhos difíceis de seguir, principalmente nos dias que temos vivido. Parece impossível não desanimar diante de tantas incertezas, do medo do futuro, da falta de respostas, da sensação de impotência.
Mas a Bíblia nos lembra que a longanimidade é fruto do Espírito. Ter bom ânimo foi o conselho de Jesus ao afirmar que passaríamos por aflições. E, sem dúvida, a melhor escola de longanimidade é o sofrimento. Por isso, há um personagem da Bíblia que tem muito a nos ensinar sobre ela: Jó, o homem próspero e íntegro que, de um dia para noite, perdeu suas posses, seus filhos, sua saúde e o respeito de sua esposa. E, para piorar, recebeu de seus amigos acusações injustas ao invés de compreensão.
Percorrendo as páginas do livro de Jó, podemos descobrir o “ABC” da longanimidade.
A – APRENDER
Depois de passar por todo o sofrimento e questionar Deus a respeito de sua razão, Jó tem uma experiência profunda com a sabedoria, o poder e a soberania de Deus que o faz afirmar:
“Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos te veem.” (Jó 42.1) Aprender Deus, experimentá-lo, é diferente de aprender de Deus. Mais do que saber coisas sobre Deus, o sofrimento possibilitou que Jó experimentasse o próprio Deus.
Para nós, a longanimidade vem de uma experiência profunda com o Eterno através de Cristo, aquele que venceu o mundo, e do Espírito Santo, o consolador. Encarar o sofrimento como uma escola nos traz sentido e muda a maneira como o encaramos.
Aproveite este tempo para experimentar Deus. Para conhecê-lo mais de perto, ouvir a sua voz, inclinar a cabeça em seu peito, chorar nos seus braços, sentir o seu cuidado.
B – BENDIZER
A Bíblia conta que em momento nenhum Jó amaldiçoou ou blasfemou contra o Senhor, mesmo quando foi essa a sugestão de sua esposa. Embora confuso e perplexo, ele declara:
“O Senhor deu, o Senhor tomou. Bendito seja o nome do Senhor.” (Jó 1.21)
Que exemplo de longanimidade! Quantos de nós, por muito menos, trocamos os cânticos de louvor por queixas e murmurações… Afirmamos que louvaremos ao Senhor em todo tempo, mas basta algo dar errado para que a gratidão e a alegria sejam trocadas por amargura e desgosto.
Ainda que você não compreenda as circunstâncias, alegre-se na esperança e bendiga ao Senhor. Lembre-se de todas as vezes que ele segurou suas mãos e firmou os seus pés. Louve-o sobretudo por sua presença constante e seu amor fiel.
C – CONFIAR
Ainda no meio da tempestade que se abateu sobre sua vida, Jó reafirma sua confiança no Senhor e diz: “Eu sei que meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra”(Jó 19.25)
Mesmo que não pudesse ver ou sentir, Jó SABIA que haveria livramento em Deus.
E nós, temos confiado no que sabemos? Nós, que temos lido repetidamente as promessas de um futuro de paz e não de mal, de misericórdias renovadas, de alegria após a noite escura, temos de fato crido no cumprimento delas? É hora de exercitar nossa fé. A Bíblia afirma que o justo viverá dela. Nosso Redentor vive e há de se levantar em nosso socorro.
Reafirme sua confiança no Senhor. Clame a Ele e você será respondido. Lance sobre Ele sua ansiedade e experimente seu cuidado. Creia, entregue e descanse. A cada novo dia, receba sua misericórdia e desfrute do seu amor. Ainda que as sombras da morte se aproximem, não tema. Seja longânimo e não desista.
Assim com na história de Jó, o sofrimento vai passar. Se não aqui, na eternidade, onde não haverá mais dúvida, medo, dor ou pranto. Jesus venceu e é dele, não do sofrimento, a palavra final.

Missões, o desafio de dar-se

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“Por onde forem, preguem esta mensagem: ‘O Reino dos céus está próximo’. Curem os enfermos, ressuscitem os mortos, purifiquem os leprosos, expulsem os demônios. Vocês receberam de graça; dêem também de graça.”(Mateus 10.7,8)
A ordem acima foi dada por Jesus a seus discípulos quando ele os enviou a testemunhar entre o seu povo. Dela podemos extrair alguns princípios importantes para que um discípulo cumpra bem a missão que recebeu.
Em primeiro lugar, a missão acontece no caminho por onde passamos. Não fomos enviados a um lugar específico, mas a todos os lugares. Os lares, escolas, empresas, repartições públicas, ruas, praças, todo e qualquer lugar por onde passamos é um lugar de missão.
Em seguida, somos lembrados da mensagem a anunciar: o Reino de Deus. Esse reino agora não está apenas próximo, mas presente na terra através da ação do Espírito Santo que recebemos ao crer em Cristo. O poder do Espírito nos habilita a testemunhar a realidade do Reino.
É preciso demonstrar que o Reino é lugar de cura, renascimento, purificação e libertação. E, para isso, as palavras não são suficientes. Anunciar o Reino de Deus é demonstrá-lo através da prática do amor. É necessário estar perto dos doentes, relacionar-se com os cativos, tocar os impuros, como o próprio Jesus fez e ensinou.
Por isso, estar em missão inclui o desafio não apenas de dar, mas sobretudo de dar-se. Assim como Cristo se deu voluntariamente por nós, oferecendo-se como sacrifício, somos convocados a nos doar sem restrições. De graça recebemos, de graça damos.
Alguém já afirmou que “nunca deu quem deu do seu sem dar de si.” Missões não é apenas contribuir com uma causa. É escolher compartilhar a nova vida que recebemos pela graça divina com aqueles pelos quais passamos todos os dias, em todos os lugares, e que carecem desse maravilhoso amor.
Escolha doar-se. Por onde você passar, deixe que suas ações promovam cura e libertação. Faça isso sem esperar nada em troca. Foi para isso que você foi chamado e enviado. Seja obediente.

Jesus, o maior dos improváveis

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Jesus era um improvável. Primeiro, porque Jesus é Deus. E nunca se ouviu de um Deus que trabalha para os que esperam nele. De um Deus que abre mão da sua glória. Que se entrega por amor. Que morre para que outros possam viver. Era totalmente improvável que Deus se fizesse homem.
Como homem, Jesus também era improvável. Filho de uma virgem, nascido na estrebaria de uma pequena vila, criado longe dos grandes centros por um pai carpinteiro, Jesus não tinha nenhum atrativo externo que demonstrasse seu potencial.
No entanto, submisso ao Pai, Jesus realizou o extraordinário.
Esse é o caminho dos improváveis. Obediência. Submissão. Rendição. Em Deus, faremos proezas!20191031_171433

A poderosa voz do amor

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20190803_083201Alguém já disse que o amor ė um verbo. Uma palavra que se basta. Um vocábulo com voz própria. Sim, o amor tem voz. E não é qualquer voz. O som do amor é o som do próprio Deus. Às vezes troveja, às vezes sussurra, porque seu poder não está no volume do som, mas no efeito que produz. É o amor que produz vida, e vida em abundância.
E o que faz a poderosa voz do amor?
Onde há intolerância, ela se levanta a favor dos excluídos. Onde há desesperança, ela produz fé. Onde há impaciência, ela sussura: “devagar…” Onde falta chão, a voz do amor aponta o caminho. Onde há um pavio fumegante, ela é o sopro que o reacende.
A voz do amor ė lágrima junto dos que choram. É bálsamo sobre as feridas.
A voz do amor responde com brandura aos que tentam agredi-la, mas troveja contra os que ferem o próximo. Seu brado denuncia injustiças e destrói mentiras. Cala-se sobre si mesmo, mas ergue-se a favor dos que não têm voz. A voz do amor ė um alarme “anti-mísseis”. Quando a guerra está por perto, ela diz: “deixo-vos a paz.”
Mas nem todos ouvirão a voz do amor. Ela vibra numa frequência específica, num intervalo restrito a ouvidos treinados. Passantes desatentos poderão escutar os trovões, mas não ouvirão os sussurros. A despeito disso, ela soa constantemente, insistentemente, perseverantemente, à procura não apenas de ouvintes atentos, mas principalmente daqueles que a possam fazer ecoar no mundo.

Encontros felizes

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Nossa história se parece com a do encontro das águas. Nascemos em terras distantes, percorremos caminhos diferentes, até nos encontrarmos em julho de 1997. Como o Negro e o Solimões, tínhamos cada qual seu próprio ritmo, destino e direção, assim como seu próprio jeito de ser.
Mas tudo mudou quando nossas águas (ou seriam nossas almas?) se tocaram. Foi um belo encontro, mas não foi fácil . O contraste era nítido e levamos algum tempo pra nos misturarmos. Ao longo do percurso, muitas vezes medimos forças, tentando encontrar o melhor jeito de ocupar os espaços. Nesse embate, fomos nos encontrando. Cedendo. Aprendendo. Fundindo nossas histórias. E assim como os dois rios se tornam o caudaloso e fértil Amazonas, onde as águas anteriormente separadas se tornam indistinguíveis, o amor tornou-nos um só. Nessa jornada, nossas margens se alargaram e nosso potencial se multiplicou. Ganhamos um ritmo próprio, novos rumos e a mesma direção: servir Àquele que nos uniu. Lá se vão 22 anos (3 de namoro, 1 de noivado e 18 de casados…) e celebramos nosso encontro todos os dias, trilhando por caminhos nunca antes imaginados. Contornando obstáculos, produzindo vida, suportando tempestades, contemplando belezas e tristezas, carregando em nossas águas um profundo amor a Deus e às pessoas. A Ele, que nos criou, uniu e sustentou até aqui, nossa gratidão e honra, e o desejo sincero de que nossas águas trilhem apenas os caminhos que Ele mesmo planejou. A você, meu amor, todo meu carinho e a esperança de ainda desfrutar por muitos quilômetros o prazer desse encontro feliz!
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Meu presente (no dia dos namorados)

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20190611_124339Meu presente
(no dia dos namorados..💕)

Meu presente pra você
É viver nosso presente
Das lembranças do passado
Só o que é bom trazer à mente
Não sofrer pelo futuro
Ser mais leve e paciente

Meu presente pra você
É também estar presente
Não só nesses dias contentes
Mas também nas tempestades
Em cada adversidade
E até contra minhas vontades…

E mesmo na correria
Na luta do dia a dia
Meu presente é ser sempre sua
Ainda que às vezes ausente
Distante, no mundo da lua….

E se presentes comprados
Representam muito pouco
Nesse caminho lindo e louco
Que divido com você
Eu me dou a você novamente
Sem fita, laço, embalagem
Sem máscara, sem maquiagem
Bem do jeitinho que eu sou.

Mãe – a dor e a delícia de ser

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20190510_191621Dizem que ser mãe é padecer no paraíso. O fato é que, para cada grande privilégio, Deus nos dá uma grande responsabilidade. Não consigo pensar em privilégio maior nesta terra do que gerar e cuidar de uma nova vida. Mas não é sem dor que uma mulher enfrenta a maternidade. Coração de mãe sofre.
Sofremos a angústia de não sermos perfeitas, quando desejávamos mesmo nunca errar. Sofremos por nove meses a ansiedade de ver o rostinho de nossa criança. Sofremos o desespero de não saber interpretar porque o nosso filho chora. Sofremos a cada espirro, a cada arranhão, a cada tropeço, a cada galo na testa. Sofremos no primeiro dia de aula, e em todos os outros também. Sofremos porque os filhos crescem rápido demais. Sofremos por não poder controlar o caminho que escolherão. Sofremos pelo medo de perdê-los. Sofremos com suas lágrimas de decepção.
Mas não é só de dor que é feita a vida de uma mãe. O privilégio é tão grande no caminho que qualquer dor torna-se de fato irrelevante à comparação.
Nosso coração se alegra ao ouvir as primeiras batidas, disparadas, do coração da criança que geramos. Ao sentir o primeiro chute na barriga. Ao ver o primeiro piscar de olhos. Não há alegria maior que ver o primeiro sorriso, o primeiro passo, o primeiro “mamãe”. O calor das mãozinhas em nosso rosto, o beijo a qualquer hora e o “você é linda” depois de um dia de muito trabalho. O desenho onde você é a maior do mundo, a primeira, a segunda, a terceira e todas as formaturas, o cartão feito de giz de cera ou o presente comprado com o primeiro salário. Qualquer coisa que nos acene que há um pedaço de nós vivendo fora de nós.
É impossível ser mãe sem sofrer. Mas é possível escolher um cantinho bem no fundo pra guardar as memórias sofridas e dar lugar à esperança, à alegria e ao amor.
Que o nosso coração seja guardado da lamentação, da auto-piedade, da desesperança e do rancor. Que a amargura não encontre espaço. Que a gratidão seja sempre abundante. Se o coração alegre é um bom remédio, que nossa farmacinha esteja sempre abastecida!

Minha oração pelo meu pequeno brilhante

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Querido Deus e Pai das luzes,
Eis aqui o meu pequeno diamante.
Sei que foi um presente teu.
Muito obrigada por esse empréstimo precioso. É um privilégio que não sei descrever em palavras!
Ele é teu e mais uma vez quero entregá_lo em tuas mãos. Faço isso porque reconheço que não posso cuidar dele sem ti.
Sei que o criaste para ser um brilhante. Nas minhas mãos, puseste um diamante valioso, e me escolhestes para a tarefa imensa e desafiadora de lapidá-lo. Isso exige de mim coragem e sabedoria. Onde encontrá-las senão em ti? Na tua companhia, prossigo com fé, amor, esperança e alegria.
Peço-te então que continues fazendo-o brilhar.
Que ele não se engane com sua ilusória “luz própria”, mas lembre-se sempre que seu brilho vem de ti.
Que compreenda que o aparar de arestas (e a dor que acompanha o processo) aperfeiçoa teu reflexo nele.
Que ele sempre se volte para ti, que és nossa fonte de luz, e nunca se esconda em meio a escuridão.
Que ele reflita tua bondade, teu amor e tua graça. Que ao vê-lo, outros contemplem tua beleza. Que ao admirá-lo, glorifiquem o teu nome.E, então, cumprindo o propósito para o qual foi criado, ele seja verdadeiramente feliz! Amém!

@brasil_lukinha04 #lucasfaz15 #meubrilhante #obrigadoSenhor